30 grandes escritores, trollando 30 grandes escritores

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É muito fácil criticar um autor iniciante ou aquele escritor que nunca teve um grande alcance, ainda mais se o crítico é um escritor veterano e considerado universal por sua importância histórica. Mas tem vezes que sobra até para algumas “vacas sagradas” da literatura universal, mesmo os nomes de maior peso como Dostoievsky, James Joyce ou até Mark Twain.

Nesta semana, o site Flavorwire compilou 30 das mais engraçadas provocações públicas da história literária do Ocidente, colocando autor contra autor em uma lista que, apesar de nem ser tão longa, já dá uma ideia em linhas gerais da opinião real que gênios tem de outros gênios. Na seleção, ninguém escapou das linhas afiadas destes romancistas e poetas que incluem Gustave Flaubert, Vladimir Nabokov, Virginia Woolf, Charles Baudelaire, Truman Capote e Henry James.

Logo abaixo você vê a lista completa de insultos de autores para outros autores, todos eles de renome internacional.

30. Gustave Flaubert (Madame Bovary) sobre George Sand (Mattéa)

“Uma grande vaca recheada de namquim”

29. Robert Louis Stevenson (O Médico e o Monstro) sobre Walt Whitman (Leaves of Grass)
“Ele escreve como um cachorro grande e desengonçado que escapou da coleira e vaga pelas praias do mundo latindo para a lua”

28. Friedrich Nietzsche (Assim Falou Zaratustra) sobre Dante Alighieri (A Divina Comédia)
“Uma hiena que escreu sua poesia em tumbas”

27. Harold Bloom (A Invenção do Humano) sobre J.K. Rowling (Harry Potter)
“Como ler Harry Potter e a Pedra Filosofal? Rapidamente, para começar, e talvez também para acabar logo. Por que ler esse livro? Presumivelmente, se você não pode ser convencido a ler nenhuma outra obra, Rowling vai ter que servir.”

26. Vladimir Nabokov (Lolita) sobre Fyodor Dostoievsky (Crime e Castigo)
“A falta de bom gosto do Dostoievsky, seus relatos monótonos sobre pessoas sofrendo com complexos pré-freudianos, a forma que ele tem de chafurdar nas trágicas desventuras da dignidade humana – tudo isso é muito difícil de admirar”

25. Gertrude Stein (The Making of Americans) sobre Ezra Pound (Lustra)
“Um guia turístico de vila. Excelente se você fosse a vila. Mas se você não é, então não é.”

24. Virginia Woolf (Passeio ao Farol) sobre Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo)
“É tudo um protesto cru e mal cozido”

23. H. G. Wells (Guerra dos Mundos) sobre George Bernard Shaw (Pygmalion)
“Uma criança idiota gritando em um hospital”

22. Joseph Conrad (Coração das Trevas) sobre D.H. Lawrence (Filhos e amantes)
“Sujeira. Nada além de obscenidades.”

21. Lord Byron (Don Juan) on John Keats (To Autumn)
“Aqui temos a poesia ‘mija-na-cama’ do Johnny Keats e mais três romances de sei lá eu quem. Chega de Keats, eu peço. Queimem-o vivo! Se algum de vocês não o fizer eu devo arrancar a pele dele com minhas próprias mãos.”

20. Vladimir Nabokov sobre Joseph Conrad

“Eu não consigo tolerar o estilo loja de presentes de Conrad e os navios engarrafados e colares de concha de seus clichês românticos.”

19. Dylan Thomas (25 Poemas) sobre Rudyard Kipling (The Jungle Book)
“O senhor Kipling representa tudo o que há nesse mundo cancroso que eu gostaria que fosse diferente”

18. Ralph Waldo Emerson (Concord Hymn) sobre Jane Austen (Orgulho e Preconceito)
“Os romances da senhorita Austen me parecem vulgares no tom, estéreis em inventividade artística, presos nas apertadas convenções da sociedade inglesa, sem genialidade, sem perspicácia ou conhecimento de mundo. Nunca a vida foi tão embaraçosa e estreita.”

17. Martin Amis (Experiência) sobre Miguel Cervantes (Dom Quixote)
“Ler Don Quixote pode ser comparavel a uma visita sem data para acabar de seu parente velho mais impossível, com todas as suas brincadeiras, hábitos sujos, reminiscências imparaveis e sua intimidade terrível. Quando a experiência acaba (na página 846 com a prosa apertada, estreita e sem pausa para diálogos), você vai derramar lágrimas, isso é verdade. Mas não de alívio ou de arrependimento e sim lágrimas de orgulho. Você conseguiu!”

16. Charles Baudelaire (Paraísos Artificiais) sobre Voltaire (Cândido)
“Eu cresci entediado na França. E o maior motivo para isso é que todo mundo aqui me lembra o Voltaire… o rei dos idiotas, o príncipe da superficialidade, o antiartista, o porta-voz das serventes, o papai Gigone dos editores da revista Siecle”

15. William Faulkner (A Cidade) sobre Ernest Hemingway (Por Quem os Sinos Dobram)
“Ele nunca sequer pensou em usar uma palavra que pudesse mandar o leitor para um dicionário.”

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14. Ernest Hemingway sobre William Faulkner
“Pobre Faulkner. Ele realmente pensa que grandes emoções vem de grandes palavras?”

13. Gore Vidal (O Julgamento de Paris) sobre Truman Capote (A Sangue Frio)
“Ele é uma dona de casa totalmente empenada do Kansas, com todos os seus preconceitos.”

12. Oscar Wilde (O Retrato de Dorian Grey) sobre Alexander Pope (Ensaio sobre a crítica)
“Existem duas formas de se odiar poesia: uma delas é não gostar, a outra é ler Pope.”

11. Vladimir Nabokov sobre Ernest Hemingway

“Quanto ao Hemingway, eu li um livro dele pela primeira vez nos anos 40, algo sobre sinos, bolas e bois, e eu odiei.”

10. Henry James (Calafrio) sobre Edgar Allan Poe (Os Crimes da Rua Morgue)
“Se entusiasmar com o Poe é a marca de um estágio decididamente primitivo da reflexão.”

9. Truman Capote sobre Jack Kerouac (On The Road)
“Isso não é escrever. Isso é só datilografar.”

8. Elizabeth Bishop (Norte e Sul) sobre J.D. Salinger (Apanhador no Campo de Centeio)
“Eu odiei o ‘Apanhador no Campo de Centeio’. Demorei dias para começar a avançar, timidamente, uma página de cada vez e corando de vergonha por ele a cada sentença ridícula pelo caminho. Como deixaram ele fazer isso?”

7. D.H. Lawrence sobre Herman Melville (Moby Dick)
“Ninguém pode ser mais palhaço, mais desajeitado e sintaticamente de mau gosto como Herman, mesmo em um grande livro como Moby Dick. Tem algo falso sobre sua seriedade, esse é o Melville.”

6. W. H. Auden (Funeral Blues) sobre Robert Browning (Flautista de Hamelin)
“Eu não acho que Robert Browning era nada bom de cama. Sua mulher também provavelmente não ligava muito pra ele. Ele roncava e devia ter fantasias sobre garotas de 12 anos.”

5. Evelyn Waugh (Memórias de Brideshead) sobre Marcel Proust (Em Busca do Tempo Perdido)
“Estou lendo Proust pela primeira vez. É uma coisa muito pobre. Eu acho que ele tinha algum problema mental.”

4. Mark Twain (As Aventuras de Huckleberry Finn) sobre Jane Austen
“Eu não tenho o direito de criticar nenhum livro e eu nunca faço isso, a não ser quando eu odeio um. Eu sempre quero criticar a Jane Austen, mas seus livros me deixam tão bravo que eu não consigo separar minha raiva do leitor, portanto eu tenho que parar a cada vez que eu começo. Cada vez eu eu tento ler Orgulho e Preconceito eu quero exumar seu cadáver e acertá-la na cabeça com seu osso do queixo.”

3. Virginia Woolf sobre James Joyce (Ulisses)
“Ulisses é o trabalho de um estudante universitário enjoado coçando as suas espinhas”

2. William Faulkner sobre Mark Twain
“Um escritor mercenário que não conseguia nem ser considerado da quarta divisão na Europa e que enganou alguns esqueletos literários de tiro-certo com cores suficientemente locais para intrigar os superficiais e preguiçosos.”

1. D.H. Lawrence sobre James Joyce
“Meu deus, que idiota desastrado esse James Joyce é. Não é nada além de velhos trabalhos e tocos de repolho de citações bíblicas com um resto cozido em suco de um jornalismo deliberadamente sujo.”

Via Revista Tip

Definição de filhos

filhos

“Devemos criar os filhos para o mundo. Torná-los autônomos, libertos, até  de nossas ordens. A partir de certa idade, só valem conselhos.

Especialistas ensinaram-nos a acreditar que só esta postura torna adulto aquele bebê que um dia levamos na barriga. E a maioria de nós pais acredita e tenta fazer isso. O que não nos impede de sofrer quando fazem escolhas diferentes daquelas que gostaríamos ou quando eles próprios sofrem pelas escolhas que recomendamos.

Então, filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.

Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.

Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo! Então, de quem são nossos filhos? Eu acredito que são de Deus, mas com respeito aos ateus digamos que são deles próprios, donos de suas vidas, porém, um tempo precisaram ser dependentes dos pais para crescerem, biológica, sociológica, psicológica e emocionalmente.

E o meu sentimento, a minha dedicação, o meu investimento? Não deveriam retornar em sorrisos, orgulho, netos e amparo na velhice? Pensar assim é entender os filhos como nossos e eles, não se esqueçam, são do mundo!

Volto para casa ao fim do plantão, início de férias, mais tempo para os fllhos, olho meus pequenos pimpolhos e penso como seria bom se não fossem apenas empréstimo! Mas é. Eles são do mundo. O problema é que meu coração já é deles.

Santo anjo do Senhor…

É a mais concreta realidade. Só resta a nós, mães e pais, rezar e aproveitar todos os momentos possíveis ao lado das nossas ‘crias’, que mesmo sendo ‘emprestadas’ são a maior parte de nós !!! “

 

Definição de filhos por José Saramago:

Detalhe: Será que o autor é mesmo o Saramago?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!

Jessier Quirino lança Berro Novo, em livro e CD

O poeta e declamador Jessier Quirino lançou sua mais recente obra, Berro Novo. Foi no 1º de outubro, no Bar Seu Cafofa, na Estrada do Encanamento, no Recife. Nos dias 3 e 4, Quirino lançou o livro na Bienal do Livro de Pernambuco. A editora é a Bagaço, o livro contém a costumeira verve poética e humorística do já consagrado Jessier.

Um tal de Fábio Passadisco esteve no Bar Seu Cafofa, que ficou lotado no show de Jessier. Ele informou que a “bela festa contou com as ‘canjas’ de Chico Pedrosa, Santanna e Josildo Sá, enquanto o mestre Jessier autografava o ‘Berro Novo’”. A Academia Passa Disco da Música Nordestina, uma ONG, foi quem comandou a “noite memorável”.

Assim como Jesier Quirino está de Berro Novo, a cidade de Itabaiana, onde ele reside, estará também de recanto novo para sua cultura, que será o Ponto de Cultura Cantiga de Ninar, a ser inaugurado até o final de outubro. Tudo indica que o poeta fará sua noite de autógrafos por ocasião da inauguração do Ponto, na terra de Zé da Luz.

O mais novo trabalho do artista campinense, o livro e CD “Berro Novo”, teve divulgação no programa Voz do Sertão, na Rádio Folha FM do Recife e Rádio Universitária. No programa, ele contou histórias maravilhosas e deixou pra todos os seus fãs um abraço “fofo feito areia de formigueiro”. Um grandioso talento da nossa arte nordestina, segundo comentário da apresentadora Roberta Clarissa.

“Poesia dita, escrita e musicada”, e de primeira linha, como tudo o que produz o mestre Jessier.

No dia 17 de outubro (ontem, sábado), Jessier declamou seus “causos” e poesia matuta, conteúdo do “Berro Novo”, show e livro do poeta. Ele fez única apresentação em Maceió, no Centro Cultural e de Exposições de Maceió, em Jaraguá. Os ingressos custaram a bagatela de R$ 70 reais. Pra você ver que Quirino não está pra brincadeira, e hoje é um dos artistas mais bem pagos e reconhecidos do Nordeste. Na platéia, o itabaianense Joacir Avelino, admirador da obra de Jessier, atualmente morando na bela capital de Alagoas.

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Gramática

Curso Rápido de Gramática

Filho da puta é adjunto adnominal, quando a frase for: ”Conheci um político filho da puta”.
Se a frase for: “O político é um filho da puta”, daí, é predicativo.
Agora, se a frase for: “Esse filho da puta é um político”, é sujeito.
Porém, se o cara aponta uma arma para a testa do político e diz: “Agora nega o roubo, filho da puta!” – daí é vocativo.
Finalmente, se a frase for: “O ex-ministro, José Dirceu, aquele filho da puta, desviou o dinheiro para o mensalão” daí, é apôsto.
Que língua a nossa, não?!
COMPLETANDO: Se estiver escrito: “Saiu da presidência em janeiro.” O filho da puta é sujeito oculto.

Tente enrolar seu professor

Tente enrolar seu professor
O conto da Ilha desconhecida – Jose Saramago 

O Texto a seguir foi redigido por um aluno de Letras em atividade valendo (4,0) N2 e transcrito na integra mantendo fiel a escrita do mesmo, portanto qualquer erro Ortográfico não é erro de digitação.
Obs: temos autorização do próprio criador para publicar! Não revelaremos a identidade em forma de preservar a genialidade de uma pensador.
Atividade: Verificação de Leitura
Pergunta: Faça um texto em que haja asíntese do conto juntamente com comentários, demostrando aquilo que foi entendido.

Síntese: ( ou Asíntese )

Essa história foi passada também na época passada,(
redundância mais que louvável, como poderíamos entender, já que existiram varias épocas passadas ) Saramago foi um cara árduo, forte, como naquela época era bem difícil as coisas ainda tinham como resolver tudo e mais um pouco. Ainda sim era difícil pois tinham ainda violência e muito mais coisas. (ate aonde eu seu ele foi um escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português )
Nesse texto ainda sim com todo esse medo como na época velha todas as pessoas se vestiam de uma forma mais aconchegante realista e difundista. (
Vamos imaginar que se trata da época imperial, e usar espartilhos esmagadores e capotes, batas e botas e perucas, deveria ser mesmo super confortável. No quesito Nova Ortografia eu tentei, mas nenhum professor como o Aurélio me definiu “Difundista”, alguém pode me ajudar? )
A síntese do contexto foi como aquilo era dito, (
? o que foi dito? ) a forma que era dito apesar das palavras serem confusas ainda que tudo que queriam era falarem certos. ( ah, agora entendi, era tudo confuso, por isso a síntese do contexto )
As pessoas difundiam (
acho que é pretérito mais que perfeito, mas sei que é sinônimo de difundir ) as coisas entre si em ias alguém ( agora ficou mais claro, ainda bem que era difundido sobre as “coisas” ? ) todo mundo falava errado, tinham como base muitas histórias contos e muitas outras coisas. ( de novo a clareza rompe este parágrafo, “As coisas” )
Contendo muitas variações de texto pra outro e com tudo mais indo diretamente ao contexto interno da coisa. (
essa é genial, eu fiquei de boca aberta, vou usá-la sempre, devemos usar em qualquer pergunta, serve universalmente para qualquer resposta )
Nessa fase com tudo isso à vista todos avisam que foram doutorados com base à todas às análises feitas como em todo mundo. (
? )
Saramago era guerreiro, lutador e arrogante no ponto mais de um guerreiro e lutador. (
continuo tendo certeza que foi um escritor e jornalista que infelizmente faleceu em 2010 )
Esse conto nos tráz diferenças diferenças sociais (
acho que pensou duas vezes ) e materiais com tudo nisso baseado naquilo que foi dito em todas as análises. ( muito claro )
Apesar de tudo isso em forma baseada e detalhada do texto chegamos à  uma conclusão que foi dita adiante e apesar de tudo brilhante a forma como ele lutou e lutarà. (
já chegamos a conclusão, vamos ler adiante )
As palavras ditas ali foram uma escrita brilhante e perfeita e como em todas as palavras, lutou e ficou como e todas as bases geográficas e absolutas em sínteses fantásticas. ( “
bases geográficas e absolutas”……… bravo! Que lindo….  conclusivo ao extremo, pura clareza )
Esse conto foi baseado em história bem antiga e feita de um jeito calmo e completamente dilateroso em jeito bem amplo e honesto. (
Dilateroso………  o que será que ele quis dizer aqui? )
Nisso tudo dito em bases como em base (
de novo um pensamento duplo ) de muitos outros lugares e pessoas dilaceradas (Rasgar, cortar em pedaços com violência; lacerar, retalhar, espedaçar ou despedaçar. Que tristeza, mas entendo que nesta época as pessoas eram dilaceradas ) na época, e em diversos atores, ( atores???? ) Saramago foi realmente bravo. ( bravissimo )